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“GAROTA VENDIDA” – 1º ato/cena 5 – Part: I

01 nov

Começarei minhas confissões de hoje fazendo uma consideração. Na postagem anterior, apenas falei do Homem-Batata como um fiel exemplo de pênis esquisito, porém gostoso. Assim, é lógico que ele tem seus méritos e que por sinal gosto muito dele, mas os 20 cm de circunferência não são nada diante o talento do Capitão Gancho.

O Gancho é um amorzinho. Ele tem uns 20 anos (mesmo aparentando ter 15), é pretinho (adorooo comer afro descendentes) e magrinho (ninguém é perfeito, né?). Uma fofura, não acha? Ás vezes tenho vontade de colocá-lo dentro de um potinho e carregar comigo.

Me relaciono profissionalmente com ele já uns 4 anos e o mais legal de tudo é que foi eu quem tirou seu virgindade, daí pude acompanhar sua evolução. Lembro-me que a primeira noite dele comigo foi um desastre. Na época eu fazia meus freelances (não trabalhava ainda na empresa) e uns amigos dele queriam dar a Priscila de presente de aniversário para ele. O que seria de nós sem as amizades?

A rapaziada queria que fosse surpresa, então disseram que teria uma festa esperando por ele na casa de um dos meninos e que ele teria que chegar lá por volta das 19 horas. Bem, ele atrasou exatos 43 minutos. Eu nem estava ligando, até porque o dono da casa tinha deixado uns filmes pornôs para que o Gancho pudesse se inspirar. Então coloquei o DVD e fiquei me masturbando gostoso no sofá da casa dele. Dei sorte de ter levado o Gabriel comigo (isso… o nome do safado do meu ex-namorado é o mesmo do meu vibrador). Acho que a Priscila (nome da minha vagina) ficou super feliz com a presença do seu fiel companheiro.

Tinham me contratado para ficar duas horas com ele. Eu a principio ri um pouquinho quando estipularam a carga horária, já que nenhum virgem vai agüentar fuder durante duas horas ainda mais com uma menina como eu. Não querendo ser uma filha da puta (já que na verdade a puta sou eu), mas desenvolvi uma técnica de “desencabaçamente” infalível. Quando estou com o marinheiro de primeira viagem, tiro primeiro a minha roupa (assim o pau deles já crescem na hora), depois tiro a deles e vou lambendo do pescoço até o pênis, terminando com um boquete de aproximadamente uns 10 minutos. Quando acontece do rapaz já gozar ali mesmo, a maioria vai embora já que sentem vergonha de ter ejaculado antes do tempo. E só a titulo de curiosidade, na empresa onde trabalho, quando os clientes terminam o serviço mais cedo por diversos motivos, pelo menos eu fico meio irritada e cheia de vontade de dar para alguém, então, desenvolvi uma proposta para a gerente do local e que foi de imediato aceita. Funciona da seguinte forma: assim que o cara sai da suíte, ele tem que passar pela recepção. Como a recepcionista tem que cobrar ele (já que eles pagam 50% na entrada e os outros 50% na saída, fora a minha comissão e eventual consumo no bar), ela tem o controle com auxílio do computador para ver se ainda teria algum tempo restando, assim manda o Alex ir diretamente para o nosso quarto e terminar o serviço. Ele é nosso Personal Sex, ou seja, só transa com a gente quando é necessário. Meu intuito de criar essa cultura foi pensando na motivação das meninas. Isso é praticamente uma campanha de Endomarketing. Entendeu o esquema?

Voltando a linha de raciocínio…

Quando acontece do rapaz não gozar já no boquete, eu jogo eles na cama, dou uma porradinha neles para deixar com mais tesão, vou por cima deles e dou apenas cinco sentadas com força (apertando bem a Priscila) e nove reboladinhas. É tiro e queda. Ainda não conheci nenhum homem que não tenha gozado no final das reboladas. Por isso que quando me encolhem para tirar a virgindade de alguém, a própria recepcionista fala que comigo plano de “desencabeçamento” dura apenas 30 minutos, que é o tempo ideal a esse meu ritual. Hii… rimou!

Assim, já que os amigos do gancho queriam pagar as duas horas… que seja.

Essa história é boa, não acha? Mas infelizmente terei que encerrá-la aqui.

Na próxima postagem eu dou a continuação e o desfecho da minha história com o meu querido Capitão Gancho. Ahh… antes de ir embora, vou dar mais uma provocadinha…

Você conseguiu adivinhar o motivo do apelido dele ser essa?

BEIJOS PARA QUEM É DE BEIJOS E NOS ESBARRAMOS NAS PRÓXIMAS ESQUINAS!

 
5 Comments

Publicado por em novembro 1, 2009 em Uncategorized

 

5 respostas para “GAROTA VENDIDA” – 1º ato/cena 5 – Part: I

  1. celsofilhoo

    novembro 1, 2009 at 5:05 pm

    Eu descobri! Porque o pau dele é torto?? kkkkkkk’ Se for igual o meu! Torto pra esquerda! Dá muito mais prazer! Ainda mais se é comprido! :D

     
  2. Paloma

    novembro 2, 2009 at 2:24 am

    ainda não entendi o porque do capitão gancho :S UHSAHSUHAHSAHSHAS

     
  3. @baratolouko_blog

    novembro 2, 2009 at 4:32 am

    bem o nome capitão gancho deve ser pq o dele é igual o meu pende para um lado ( o meu pra direita!)

     
    • celsofilhoo

      novembro 2, 2009 at 11:44 pm

      O meu pra esquerda! :D

       
  4. David Topher ( Keen )

    novembro 27, 2009 at 3:47 am

    ‘ Haa negros são difíceis ter Pal tortoo, eu nem sei pq =´(

    Eu sou Esquerdinhaa KSOPAKSOPa’

    Divaa do sexo <3

     

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