
Destino. Essa é a palavra central desse post. O destino me fez ser entrevistada por um dos meus melhores clientes. Cliente este que batizei de “Capeta em forma de guri”. Caso você seja um “degustador” de primeira viagem, volte um post para ler a primeira parte dessa história. Caso seja um “degustador” assíduo, volte também para relembrar.
Eu saí da entrevista meio cabreira. Poxa galera, o piá que iria decidir o meu destino, já tinha me comido de todas as formas possíveis e imagináveis. Inclusive teve uma vez que ele topou fazermos uma Externa* (do latim hesternare: ato ou ação de realizar façanhas de cunho libidinoso em ambientes ‘externos’, visando não só a auto-satisfação, mas como a de outras pessoas ‘externas’ também) e ela foi tão assistida no dia, em plena rua, que algumas horas depois tinham alguns vídeos meus na internet. Se você procurar por “Putaria diurna no centro do Rio” você deve achar.
“Ou você se fudeu 100%, ou se deu bem nesta mesma proporção” – Cordialmente a Garota Vendida tentou consolar-me, ou quem sabe fazer alguma que eu ainda não entendi.
Não poderia deixar esse fato sexual atrapalhar o meu destino. Aliás, eram apenas negócios naquela época.
No dia seguinte da entrevista, voltei à CASA. Depois que meus país descobriram sobre a minha vida como GP, eu nunca mais voltei lá. Alias, eu estou devendo um post sobre esse final, mas isso talvez venha no próximo ato.
O motivo que me fez voltar era que eu queria o contato do “Capeta” para poder ligar para ele e conversamos sobre aquela cena em específico. Não vou mentir que o fato de voltar àquele lugar onde me deu tantas alegrias e gozada não mexeu comigo. No meu antigo cargo estava a Tatiane. Sim, a Tatiane Star, aquela guria que comentei nos primeiros post do blog. Pude ver também uma nova leva de Garotas Vendidas. Gurias mais novas, outras mais velhas, muitas com sonhos que nunca iriam realizar naquele lugar.
Como minha moral lá na empresa sempre foi muito grande, já que eu fui durante muito tempo uma das Golden Girls (título dado para aquelas que de uma certa forma se destacam no ramo), foi fácil conseguir o telefone que eu queria.
Olha, ouvir mais uma vez aquela voz grossa, empostada e com o sotaque que só o carioca tem, já me deixou cheia de tesão. Liguei para ele dentro do metrô. A cada silaba dita e chaqualada do trem eu dava uma gozada diferente. Eu bem que tentava disfarçar, mas teve uma hora que a senhora do meu lado percebeu, se levantou e saiu falando: “essa juventude de hoje está perdida”. HAHAHAHAHHAHAHAHAH
Marcamos de nos encontrar no mesmo dia.
Eu não fui pesando em “dar” para ele. Até porque, seria uma puta falta de sacanagem se eu fizesse isso. A partir do momento que eu sabia que o carinha tinha esposa, eu me recusava em fazer o programa. Como antes de transar com alguém você não pede a certidão de casamento, só o que bastava era ele não dizer nada.
Toda regra tem uma exceção… depois de 4 minutos de prosa, fomos para a foda! Que vergonha que eu tenho de mim, cara! Ah, na verdade, não tenho não. O piá é gostoso, mete bem, tem um pau mais delicioso do mundo, uma voz que me deixa louca e ainda podia me dar um emprego. Sei que não foi 100% certo o que eu fiz, mas aconteceu.
O quarto do motel estava escuro. A única coisa que reluzia era a luz negra do teto. Ele me jogou na cama como se eu fosse uma cachorra… e bem vira-lata. Rasgou a minha roupa com uma força que nunca antes tinha feito (na hora eu nem liguei, mas depois do sexo dei um esporro nele porque tive que sair do motel de toalha, já que não tinha outra coisa para vestir).
Tapa na cara, gritos de sacanagem, arranhões, foram os nossos joguinhos de esquenta. Parecia ali que o sexo tinha evoluído para uma escala nunca antes presenciada. O prazer sem compromisso parecia que nos impulsionava. Cada vez que eu lambia seu pênis uma vontade maior corria pelo meu corpo. Eu descia de forma suave e lambia seu saco, mordendo, chupando, tocando e babando. Sexo oral só é bom quando é molhadinho – desliza melhor.
Deslizando estava a Priscila. Ela estava lisinha. A única coisa que língua dele teve obstáculo era com o meu piercing. Piercing essa que aumentava o meu tesão e alargava o tamanho do meu clitóris mais e mais.
Eu ouvi um barulho. Tinha esquecido de desligar o meu celular. No primeiro instante não atendi. A posição que estava fazendo me impedia um pouco de me locomover. Uns 20 minutos depois, eu já em outra posição, o ouvi tocando novamente. Também não atendi.
No momento final, aquele que você fica de frente para ele, olhando para cima e pronta para engolir tudinho, o telefone tocou novamente. Esperei tudo esgotar e assim atendi.
O telefonema era do RH da empresa. Eu havia passado no processo de seleção. Ali, a minha consciência ficou mais que tranqüila. Não tinha sido o sexo em si que me fez passar, e sim, minhas outras competências. Eu agradeci e desliguei.
Eu tinha que “fodememorar”, né? O “Capeta” já tava na cama e o motel já estava pago por 5 horas. Não preciso dizer mais nada, né?
Ahh, a pessoa que me ligou e falou da minha aprovação era a esposa dele.
Beijos para quem é de beijos e nos esbarramos nas próximas esquinas!
c0ldman
setembro 1, 2010 at 9:50 pm
aeeee voltei!
eeeee guria, to vendo que estao tendo varias visitinhas no RH nesse servico novo.. hahaha
bjos!
Karina Sakata
setembro 1, 2010 at 10:48 pm
Eita, estava acostumada com os posts tão “singelos” que hoje a coisa pegou!
Não foi um teste do sofá, mas valeu o emprego. Parabéns pelo seu currículo (no bom sentido).
Lou Albergaria
setembro 6, 2010 at 2:59 pm
Chique demais seu blog!
Aquele vídeo de apresentação é simplesmente show!!!
Seguindo-te!
BEIJÃO!!!!
garotavendida
maio 3, 2011 at 7:34 pm
Owhnnn.. muito obrigadinha, viu!
Fiquei ligado e recomende aos amigos!
Bjuuu